Assessor da PF informou que órgão está munido de vários documentos que podem levar a novos nomes (Foto: Úrsula Freire/Folha de Pernambuco)
O chefe de comunicação social da PF em Pernambuco, Giovani Sartoro, disse, nesta quarta-feira (22), que novas fases da Operação Turbulência – que investiga um esquema de lavagem de dinheiro que teria servido como caixa dois para a reeleição de Campos – não serão descartadas. Ele relatou que a investigação não pode estar concluída diante das muitas documentações apreendidas.
“A gente apreendeu muito documento. Inclusive documentos fiscais, de altos valores, de transferência eletrônica de dinheiro. Muitos nomes devem aparecer nessa investigação, inclusive de políticos. Por isso a gente considera que essa investigação não está concluída. Surgindo esses nomes, esses novos nomes, durante a análise de toda a documentação, não está descartada essa nova fase da operação com novos mandados de apreensão e mandados de prisão, tanto de pessoas pública quanto de pessoas comuns”, relatou.