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DECISÃO DE CONTINUAR COM A PARALISAÇÃO, QUE JÁ DURA 118 DIAS E É A MAIOR DA CATEGORIA, FOI TOMADA HOJE À TARDE; OS DOCENTES REJEITARAM A PROPOSTA DO GOVERNO FEDERAL QUE PREVIA UM REAJUSTE SALARIAL ENTRE 25% E 40% PARA OS PROFESSORES TITULARES E COM DEDICAÇÃO EXCLUSIVA; NOVA ASSEMBLEIA SERÁ REALIZADA NA PRÓXIMA SEGUNDA-FEIRA (17)
Os docentes rejeitaram a proposta do Governo Federal que previa reajuste salarial de entre 25% e 40% para os professores titulares e com dedicação exclusiva. Dessa forma, o profissional de carreira ganharia R$ 17.057,74 em vez de R$ 12.225,25.
Porém, a categoria argumenta que os professores titulares representam menos de 5% de toda a categoria, o que inviabiliza o consenso entre a classe e o governo. “Defendemos uma reestruturação da nossa carreira, como, por exemplo, que um professor com mestrado ganhe o mesmo que o servidor em igual condição”, afirmou o presidente da Aduferpe, Cícero Monteiro.
Segundo ele, a infraestrutura também é outro fator que precisa receber mais atenção por parte do governo. “Tem sala com 17 professores num mesmo espaço, o que não pode acontecer”, disse Monteiro. “O MEC (Ministério da Educação) também quer estabelecer critérios de avaliação dos magistérios nas universidades, o que tira a nossa autonomia”, acrescentou.
Uma nova assembleia está prevista para acaontecer na próxima segunda-feira (17), no auditório da Aduferpe.
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