
O presidente da Câmara de Vereadores de Petrolina, Osório Siqueira (sem partido), assumiu interinamente a administração do município do Sertão pernambucano nesta quinta-feira (14); ele fica no cargo até a conclusão do inquérito que resultou no afastamento do prefeito eleito Júlio Lóssio (PMDB) e do seu vice, Guilherme Coelho (PSDB); o segundo candidato mais votado no pleito de 2012, o deputado federal Fernando Bezerra Filho (PSB) – que, por lei, assumiria a posição – decidiu esperar a decisão do recurso impetrado por Lóssio antes de assumir a chefia do Executivo municipal
Pernambuco 247 - O presidente da Câmara de Vereadores de Petrolina, Osório Siqueira (sem partido), assumiu interinamente a administração do município do Sertão pernambucano nesta quinta-feira (14). Siqueira foi intimado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE) para assumir o posto até a conclusão do inquérito que resultou no afastamento do prefeito eleito Júlio Lóssio (PMDB) e do seu vice, Guilherme Coelho (PSDB). O segundo candidato mais votado no pleito de 2012, o deputado federal Fernando Bezerra Filho (PSB) – que, por lei, assumiria a posição – decidiu esperar a decisão do recurso impetrado por Lóssio antes de assumir a chefia do Executivo municipal. Enquanto isso, o prefeito interino já enfrenta a sua primeira dificuldade na administração do município: o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) determinou, na última quarta-feira (13), a suspensão dos salários dos vereadores da cidade, que havia sido aumentado em 100% no final da última legislatura.
Segundo o MPPE, o pagamento dos parlamentares, que passou de R$ 6 mil para R$ 12 mil no quadriênio 2013-2016, foi aprovado em desrespeito aos prazos finais e estaria prejudicando as verbas públicas da cidade. Além de reduzir os salários, os vereadores também devem ressarcir o valor extra já recebido desde que a mudança entrou em vigor. Dentre as principais irregularidades apontadas pelo MPPE, está o prazo para a aprovação do aumento, que foi autorizado após as eleições municipais de 2012 – quando deveria ser aprovado antes.
Esse deve ser um dos principais problemas enfrentados durante a gestão provisória de Siqueira, que foi empossado nesta quinta-feira (14) e já anunciou o novo secretariado. Os recursos de Júlio Lóssio e do vice Guilherme Coelho foram encaminhados ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O argumento é de que o abuso de poder econômico apontado na acusação – representado pela entrega de lotes para 1,5 mil famílias realizada por Lóssio em 2012 – teria acontecido antes da convenção do partido que definiu o peemedebista como candidato à reeleição para prefeito da cidade, estando, portanto, dentro da lei.
OPINIÃO DESTE BLOG
Esquisito como os prefeitos que estão sendo cassados tem como vice pessoas ligadas diretamente com a administração de Eduardo Campos. Em breve... Ipojuca. Quem viver... verá.
Ou esse tal de Lóssio, é Burro ou pensa que as outras pessoas é que são, ele faz questão de pousar de bom moço. Mas na verdade tudo que se conta na sua administração são só irregularidades, as quais ele é o único autor. Por isso a Justiça agiu corretamente. O mesmo deveria acontecer aqui em São Lourenço da Mata, mas para nossa decepção o gestor pertence ao PSB.
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