quinta-feira, 22 de maio de 2014

CANHÃO DO SÉCULO XVII DESAPARECE DO FORTIM DE SÃO FRANCISCO (FORTIM DO QUEIJO) EM OLINDA.


O Vereador Arlindo Siqueira (PSL) denuncia o desaparecimento de um dos três canhões que compunha o Fortim de São Francisco, mais conhecido como Fortim do Queijo.  "Fui verificar uma denúncia sobre a ausência de um dos canhões no Fortim do Queijo, e realmente dos três canhões, restam apenas dois, e ainda em péssimas condições. Pelas pesquisas que realizamos há algum tempo não há o canhão na posição central. E o povo olindense quer saber CADÊ O CANHÃO?"


O que diz a Wikipédia:

"Na iminência da segunda das invasões holandesas do Brasil (1630-1654), a sua primitiva fortificação remonta a um reduto de campanha, em faxina e terra, erguido em fins de 1629 por determinação do Superintendente da Guerra da Capitania de Pernambuco Matias de Albuquerque (c. 1590-1647), artilhado com duas peças de bronze, para defesa do ancoradouro de Olinda
Ocupado por forças neerlandesas, foi mais tarde ampliado, com planta no formato de um polígono retangular (GARRIDO, 1940:64). Voltou a ser reocupado por forças portuguesas quando da reconquista de Olinda em 1648.
No início do século XIX foi reconstruído em alvenaria pelo Governador e Capitão-general da Capitania de Pernambuco,Caetano Pinto de Miranda Montenegro (1804-1817), pelo que ficou conhecido por Forte Montenegro (GARRIDO, 1940:64).
SOUZA (1885) refere uma informação datada de 1863, afirmando-lhe a qualidade da construção e a facilidade em se a reparar apesar do abandono, jazendo suas quatro peças de artilharia soterradas pela areia (op. cit., p. 82).
Entre 1872 e 1940 abrigou o Farol de Olinda, inicialmente uma torre de ferro forjado que se elevava a dezenove metrosacima da preamar, hoje instalado em torre de concreto no morro do Serapião
O forte foi restaurado em 1977 pela Prefeitura Municipal de Olinda, ao final da gestão do prefeito Aredo Sodré da Mota(1973-1977), e encontra-se atualmente em bom estado de conservação, tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional desde 1984. Em seu interior, acedido por uma rampa de cimento, encontra-se a Casa da Guarda. Nas suas muralhas, encontram-se dois antigos canhões sobre bases ornamentais de granito. A estrutura pode ser visitado diariamente no Largo do Fortim, s/nr. à avenida Beira-Mar, no bairro do Farol, aos cuidados do Exército Brasileiro."

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