
Em artigo do Instituto Teotônio Vilela, o PSDB projeta o seu candidato, Aécio Neves, como o único capaz de dar continuidade "ao desejo de mudança, encarnado por 70% dos brasileiros", defendido por Campos; "O ex-governador de Pernambuco era um dos representantes da boa política que mira, acima de tudo, os benefícios aos cidadãos. Em sua administração no Estado, espelhou-se em outras experiências exitosas como a de Aécio Neves no governo de Minas Gerais. A escola é a mesma e será continuada"; Campos tinha 9% de intenções de voto
247 – Vinte e quatro horas depois da tragédia que vitimou o presidenciável do PSB, Eduardo Campos, o PSDB deu início à largada para garimpar e fazer migrar os 9% de intenções de voto para seu candidato, o senador Aécio Neves.
Em análise intitulada "A boa política de luto", publicada nessa quinta-feira, 13, o Instituto Teotônio Vilela (ITV), braço do PSDB para formação política dos tucanos, descreve Aécio como a alternativa do eleitor do PSB para dar continuidade ao ideário político do socialista.
"O ex-governador de Pernambuco era um dos representantes da boa política que mira, acima de tudo, os benefícios aos cidadãos, a gestão responsável da máquina pública, a busca pela justiça social. Em sua administração no Estado, espelhou-se em outras experiências exitosas como a de Aécio Neves no governo de Minas Gerais. A escola é a mesma e será continuada", defende o ITV.
Alheio às discussões do PSB sobre se Marina Silva será ou não a substituta de Campos na disputa pelo Palácio do Planalto, o PSDB lamenta a perda do socialista, mas deixa claro quem deverá dar continuidade ao projeto de mudança defendido pelo ex-governador pernambucano.
"Assim como Aécio, Campos encarnava o desejo de mudança manifestado por quase 70% dos brasileiros em todas as mais recentes pesquisas de opinião. Este sentimento permanece e não se abaterá com a tragédia. Pelo contrário: continuará a ser o principal motor dos novos rumos que os cidadãos pretendem ver o país tomar a partir de 2015."
Clique aqui e leia na íntegra a análise do Instituto Teotônio Vilela.
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