
Por Bruno Vinícius Barbosa
O que uma candidata à
presidência do Brasil e um multimilionário húngaro-americano tem em comum?
Talvez muitos dos brasileiros, inclusive eleitores de Marina silva, nunca
escutaram falar de George Soros ou do Open Society
Foundation (OSF), Fundação da qual ele é presidente. A resposta para a pergunta acima é clara e contundente: Quando o assunto é
política, a relação entre os dois é de irmãos siameses. Marina é a “menina dos
olhos” de Soros, sua eleição significa um caminho aberto para ele expandir suas
influências no Brasil, e posteriormente, em toda América Latina, sem que nenhuma
barreira o impeça.
Para nos situarmos nessa
situação basta lembrarmos que os BRICS (grupo formado por Brasil, Rússia,
Índia, China e África do Sul) criaram recentemente um banco com capital inicial
de US$ 50 bilhões, o que está causando extrema preocupação ao FMI (EUA) e no
Banco Mundial (Bird), que crescem às custas da subjugação e exploração do
capital, principalmente nos países emergentes.
A questão mais catastrófica é que o George
Soros, amigo de Marina Silva, tem como parceiros justamente as instituições que
querem o fim dos BRICS, lembrando que uma das empresas de George Soros, a ON
Telecom, quer investir mais de R$ 500 milhões, com apoio do Bird em algumas
regiões de São Paulo.
Então, colocar Marina Silva
na presidência é unir o útil ao agradável. Ela com o discurso de “novo”,
tentando maquiar o velho, ele, um velho, tentando empurrar uma nova era de
exploração em nosso país.
OS ELEITORES TÊM O DIREITO
DE SABER O QUE ESTÁ POR TRÁS DE MARINA SILVA.
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