
O governador eleito, Paulo Câmara (PSB), condenou o que chamou de "uso eleitoral" da fábrica da Fiat que está sendo implantada em Pernambuco. Para o socialista, o complexo automotivo "não pode ser tratado com uso eleitoral" e o projeto é fruto de um "trabalho de muitas mãos"; a declaração de Câmara foi feita nesta terça-feira (21), mesmo dia em que a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff, juntamente com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visitaram a unidade e realizaram, juntos, uma série de atos de campanha no Estado
Pernambuco 247 - O governador eleito, Paulo Câmara (PSB), condenou o que chamou de "uso eleitoral" da fábrica da Fiat que está sendo implantada em Pernambuco. Para o socialista, o complexo automotivo "não pode ser tratado com uso eleitoral" e o projeto é fruto de um "trabalho de muitas mãos". A declaração de Câmara foi feita nesta terça-feira (21), mesmo dia em que a presidente e candidata à reeleição Dilma Rousseff, juntamente com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, visitaram a unidade e realizaram, juntos, uma série de atos de campanha no Estado.
Não devemos colocar esta questão da Fiat como questão eleitoral. Pernambuco sabe do esforço de Eduardo Campos [ex-governador falecido em um acidente aéreo no dia 13 de agosto, em Santos (SP)] parta atrair o empreendimento e agradecemos a ajuda do Governo Federal para viabilizá-lo. Sabemos que não foi somente o Governo Federal. Fizemos um trabalho ativo e criamos as condições para a Fiat ser instalada aqui. Não cabe discutir a paternidade", afirmou.
Apesar de condenar a situação, Câmara disse considerar legitima a presença dos petistas em Goiana, na Zona da Mata Norte.
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