PARALISAÇÃO E MUITOS ENGARRAFAMENTOS NA CIDADE DE OLINDA PRINCIPALMENTE NOS HORÁRIOS DE PICO, CONSAGRA O FRACASSO DA GESTÃO DO SR PREFEITO RENILDO CALHEIROS E DO SEU SECRETARIO DE TRANSITO OSVALDO LIMA NETO.
Para quem utiliza o trânsito na cidade não restam dúvidas que as placas de sinalização são de grande importância, mas o problema é que elas estão em falta na cidade de Olinda.
Prejuízo para Olinda. Drama para o cidadão
O povo Olindense não suporta mais os frequentes engarrafamentos. O trânsito excessivo provoca consequências muito mais graves do que os atrasos e transtornos enfrentados diariamente pelos motoristas. Os congestionamentos custam muito dinheiro, prejudicam a saúde da população e atrapalham o crescimento da cidade. Portanto, resolver (ou amenizar) o problema não é apenas uma questão de conforto e bem estar - é também um importante incentivo ao desenvolvimento econômico e social.
Mobilidade limitada e rotina de restrições
Os congestionamentos limitam o direito de ir e vir, que está previsto na Constituição. Resultado: O Olindense vive uma rotina cheia de restrições, pois o tráfego pelas ruas em várias partes do dia é quase inviável. Além de diminuir a velocidade média dos carros e ônibus, os congestionamentos retardam os serviços de emergência, como o deslocamento de ambulâncias e veículos do Corpo de Bombeiros.
O peso econômico da desordem nas ruas
Custos logísticos: Prejuízos para comerciantes e empresa que usa as vias como forma de transporte comercial, impedimento de cumprir horário no trabalho, reunião, medico e etc.
Gastos com combustíveis: O aumento excessivo do consumo dos combustíveis
Perdas no consumo: As horas perdidas nos engarrafamentos poderiam ser aproveitadas na própria produção - ou pelo menos no consumo de produtos e serviços, o que também ajudaria a esquentar a economia.
Na saúde, consequências perigosas
As horas ociosas no trânsito diminuem ou impossibilitam a participação em atividades físicas, de lazer e de descanso. As pessoas que passam longas horas ao volante ou mesmo em ônibus lotados tendem a apresentar queixas como dores lombares, no pescoço e ombros, além de dores de cabeça, nas pernas e pés. O repouso também é prejudicado pela tensão dos congestionamento
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