Trechos sem iluminação e gradis danificados aparecem novamente na via expressa
Seis dias depois da Empresa de Urbanização do Recife (URB) ter prometido corrigir os problemas nos postes e nos gradis da Via Mangue, a reportagem da Folha voltou à via expressa e encontrou o mesmo descaso. Logo no acesso pela ponte estaiada, alguns postes estão sem energia elétrica, assim como nos próximos 500 metros após o início da mesma. Nesse trecho, um gradil foi visto danificado.
Depois desse trajeto, apesar de algumas lâmpadas estarem apagadas, a avenida permanece iluminada até a altura do supermercado Extra. Neste local, onde as curvas são mais sinuosas, a escuridão volta a aparecer por uma extensão de 1,1 quilômetros (Km), até o cruzamento da saída do Hiper Bompreço, na Avenida Fernando Simões Barbosa, em Boa Viagem. Quem opta por pegar a bifurcação sentido aeroporto, o logradouro está às claras.
No último dia 28, a reportagem percebeu que a iluminação e os equipamentos de proteção das laterais estavam sendo recuperados. Naquela época, a iniciativa amenizava a insegurança dos motoristas, que temiam que a escuridão e as passagens abertas para o manguezal gerassem algum tipo de violência.
Antes desse retoque, os pontos mais críticos se localizavam entre a estaiada e as proximidades do antigo aeroclube. Numa distância de 500 metros, um trecho estava às escuras desde o início de outubro. Além disso, na ocasião, alguns usuários reclamavam do risco de ficarem parados no semáforo do viaduto com acesso à Avenida Fernando Simões Barbosa, já que as luzes também estavam sem funcionar. Como justificativa, a URB informou na época que as deficiências na manutenção foram ocasionadas por furtos da fiação dos postes e vandalismo contra as telas de proteção.
No último dia 28, a reportagem percebeu que a iluminação e os equipamentos de proteção das laterais estavam sendo recuperados. Naquela época, a iniciativa amenizava a insegurança dos motoristas, que temiam que a escuridão e as passagens abertas para o manguezal gerassem algum tipo de violência.
Antes desse retoque, os pontos mais críticos se localizavam entre a estaiada e as proximidades do antigo aeroclube. Numa distância de 500 metros, um trecho estava às escuras desde o início de outubro. Além disso, na ocasião, alguns usuários reclamavam do risco de ficarem parados no semáforo do viaduto com acesso à Avenida Fernando Simões Barbosa, já que as luzes também estavam sem funcionar. Como justificativa, a URB informou na época que as deficiências na manutenção foram ocasionadas por furtos da fiação dos postes e vandalismo contra as telas de proteção.
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