Só agora, 8 meses após a sua morte, tucanos de Pernambuco se dão conta da falta que Sérgio Guerra faz ao partido. Ele tinha o controle absoluto da legenda, já que todos os seus membros o obedeciam, e não admitia dissidências. Bruno Araújo, que o sucedeu, tem a cabeça focada nas questões nacionais e não controla os vários subgrupos em que o partido se divide.
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