O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, lançou nesta terça-feira (17), em Pernambuco, o Plano Nacional da Cultura Exportadora (PNCE), que tem como objetivo aumentar o número de empresas pernambucanas exportadoras.
Braço regional do Plano Nacional de Exportações, lançado pelo Governo Federal em junho deste ano, o PNCE vai trabalhar inicialmente com 250 empresas de pequeno e médio portes em Pernambuco, que terão acesso a diagnóstico de produtos e serviços, consultoria de inteligência comercial (que avalia em quais mercados aquele produto ou serviço tem potencial de venda), rodadas de negócios com compradores estrangeiros e participação em missões comerciais.
O resultado direto destas ações serão empresas mais inovadoras, competitivas e produtivas, que vão manter e criar novos empregos no estado. Estimativas da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam que cada US$ 1 bilhão em exportações ocupa 50 mil trabalhadores.
Para o ministro Armando Monteiro, o PNCE é uma ferramenta muito importante no fomento da cultura exportadora no estado. “Pernambuco já é importante entreposto regional e pode aumentar, e muito, suas vendas para outros países. Especialmente neste momento, é uma medida importante para preservar a produção e os empregos”, disse.
O PNCE é desenvolvido em cinco etapas – sensibilização, inteligência comercial, adequação de produtos e processos, promoção comercial e comercialização. Além disso, conta ainda com três temas transversais para o direcionamento das empresas: financiamento, qualificação e gestão. Até o final de 2016, empresas de todos os estados brasileiros serão beneficiadas com as ações do PNCE.
Os setores contemplados pelo PNCE em Pernambuco abrangem artefatos de couro, gesso, bebidas, joias e biojoias, metalmecânico, higiene e limpeza, alimentícios, borracha e plástico, fármaco-químicos (dermocosméticos), biotecnológicos, vestuários e acessórios, TI e economia criativa.
Braço regional do Plano Nacional de Exportações, lançado pelo Governo Federal em junho deste ano, o PNCE vai trabalhar inicialmente com 250 empresas de pequeno e médio portes em Pernambuco, que terão acesso a diagnóstico de produtos e serviços, consultoria de inteligência comercial (que avalia em quais mercados aquele produto ou serviço tem potencial de venda), rodadas de negócios com compradores estrangeiros e participação em missões comerciais.
O resultado direto destas ações serão empresas mais inovadoras, competitivas e produtivas, que vão manter e criar novos empregos no estado. Estimativas da Secretaria de Comércio Exterior (Secex) apontam que cada US$ 1 bilhão em exportações ocupa 50 mil trabalhadores.
Para o ministro Armando Monteiro, o PNCE é uma ferramenta muito importante no fomento da cultura exportadora no estado. “Pernambuco já é importante entreposto regional e pode aumentar, e muito, suas vendas para outros países. Especialmente neste momento, é uma medida importante para preservar a produção e os empregos”, disse.
O PNCE é desenvolvido em cinco etapas – sensibilização, inteligência comercial, adequação de produtos e processos, promoção comercial e comercialização. Além disso, conta ainda com três temas transversais para o direcionamento das empresas: financiamento, qualificação e gestão. Até o final de 2016, empresas de todos os estados brasileiros serão beneficiadas com as ações do PNCE.
Os setores contemplados pelo PNCE em Pernambuco abrangem artefatos de couro, gesso, bebidas, joias e biojoias, metalmecânico, higiene e limpeza, alimentícios, borracha e plástico, fármaco-químicos (dermocosméticos), biotecnológicos, vestuários e acessórios, TI e economia criativa.
Em Pernambuco, o programa conta com o apoio de 20 parceiros – entre regionais e nacionais – como os ministérios do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC); das Relações Exteriores (MRE); da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa); e da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); a Fiepe; Governo do Estado (Agência de Desenvolvimento Econômico de Pernambuco – ADDIPER); Sebrae; Apex-Brasil; ABDI; Correios; Banco do Brasil e Caixa Econômica.
Participaram do lançamento o presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), Ricardo Essinger, e o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), David Barioni.
Participaram do lançamento o presidente da Federação das Indústrias de Pernambuco (Fiepe), Ricardo Essinger, e o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), David Barioni.
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