Rodovias federais e estaduais foram percorridas por pesquisadores da CNT. Deficiências encarecem transporte rodoviário em 23,7%.
Mais da metade das estradas pernambucanas (53,1%) apresenta algum tipo de deficiência e foram classificadas como regulares, ruins ou péssimas, segundo avaliação feita na pesquisa mais recente da Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Foram percorridos mais de 3,1 mil quilômetros de rodovias federais e estaduais para o levantamento.
Os problemas diagnosticados pelos pesquisadores refletem diretamente na questão da segurança das estradas e no gasto operacional, aumentando custos de manutenção e consumo de combustível. Segundo os pesquisadores, as condições do pavimento chegam a encarecer em 23,7% o transporte rodoviário em Pernambuco.
A pesquisa aponta que 37,2% das estradas pernambucanas estão com o asfalto desgastado e 54,9% têm problemas com a sinalização, sendo 39,3% sem indicação de limite de velocidade. O problema mais comum é o traçado das estradas – 90,8% não é considerado satisfatório pelo levantamento.
A grande maioria das estradas, 85%, não é duplicada. Os pesquisadores apontam que a PE-82, entre Timbaúba e Camutanga, na Zona da Mata Norte; a PE-126, em Palmares, na Mata Sul; a PE-130, em Vertentes, no Agreste; e a PE-337, que liga Flores a BR-232, no Sertão, são as com as piores avaliações.
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