segunda-feira, 9 de novembro de 2015

MEU PROTESTO, O QUE ESCREVI E A BORRACHA

Por Marco ALBANEZ*

           Todos os dias, diariamente e de segunda-feira a – principalmente – domingo, há um protesto em alguma parte do Brasil por causa da corrupção e da crise que atingem o país e a sua população. Citar aquela conhecida frase de Rui Barbosa? Nem pensar! Seria insistência desnecessária nas mesmas ideias, excesso de palavras, de expressões, prolixidade, abundância... Assim, através deste “artigo”, resolvi protestar.
                      Portanto, até a próxima segunda feira, porque hoje...


 O QUE ESCREVI, A BORRACHA APAGOU!

*Marco ALBANEZ
É advogado (OAB-PE nº 7.658) e jornalista (AIP nº 2.163 e DRT/PE nº 3.271)


5 comentários:

  1. Caro Albanez:
    Tenho acompanhado no Blog do Magno seus artigos
    Você pode depois, selecionar os melhores e faz um livro.

    Em tempo: Na próxima quinta-feira(12/11) estarei lançando o meu livro:
    CAMINHO DAS NOTÍCIAS - Reflexões de 50 anos de Jornalismo
    Será ás 19 horas no Restaurante Dom Pedro, na rua do Imperador (centro do Recife)
    Passe por lá
    Um abraço

    Elias Roma

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  2. Severino José de Mélo9 de novembro de 2015 às 09:21

    Caro Marco Albanez, bem descontraído seu comentário desta semana...

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  3. Grande amigo.
    Apoiado incondicionalmente.
    Forte abraço.
    Anselmo Gouveia.

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  4. Carlos Ramos de Andrade9 de novembro de 2015 às 09:27

    Grande Albanez: só você mesmo para ter uma ideia genial de protestar contra as imoralidades política e econômica que acontecem no país. Muito bem bolado. Abraços.

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  5. Dr. Marco, embora tenha consciência de que essas formalidades estão dispensadas, o senhor está totalmente coberto de razão. Não há necessidades de dizer e assim, mesmo que seja dito, borrachas podem apagar o que está escrito, nunca o que está feito. Quantas linhas tem seu texto... pouco mais de 30? Enganam-se totalmente os que assim pensam... o tempo não tem linhas... e nas poucas linhas de seu texto, o senhor... poupa-nos tempo... nos fazendo entender que "o essencial é invisível aos olhos" como um dia bem disse "O Pequeno Príncipe".(Exupery)

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