o se dividirá na eleição do Recife
Idealizada pelo ex-deputado Raul Jungmann, a “mesa da unidade” (reunião dos partidos de oposição) irá dissolver-se até janeiro quando os partidos que a compõem chegarem à mesma conclusão a que os líderes peemedebistas já chegaram. Ou seja, que para tentar derrotar o prefeito João da Costa é aconselhável lançar mais de um candidato para forçar a realização do segundo turno. Isso já foi feito em 2008 quando Mendonça Filho e Raul Henry, juntos, tiveram 41% dos votos válidos.
O projeto político para 2010 é repetir a mesma tática da eleição anterior quando João da Costa obteve apenas 51% dos votos limpos (1º turno). Na avaliação dos oposicionistas, naquela época a conjuntura política era mais favorável ao PT porque o presidente da República era Lula e o prefeito do Recife, João Paulo, estava concluindo o segundo mandato com 80% de avaliação positiva. Daí a “mesa da unidade” ter perdido o seu objeto, a menos que a tática política não seja a mesma da eleição passada.
Dissolvida a unidade da “mesa”, o desafio das oposições passa a ser, a partir de agora, a escolha dos candidatos que irão disputar a eleições. Pelo menos três já estão certos, independente de como irão marchar os partidos governistas: Raul Jungmann pelo PPS, Bruno Araújo pelo PSDB e Edilson Silva pelo PSOL. Resta agora saber se Mendonça Filho sairá pelo DEM e Raul Henry pelo PMDB. Se cada um desses cinco partidos tiver o seu próprio candidato, muito dificilmente não haverá segundo turno.
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