Estaleiro Atlântico Sul (EAS) teria firmado parceria com o grupo japonês Ishikawajima Harima Heavy Industries (IHI); Informação não foi confirmada pelo EAS e nem pela Queiroz Galvão, sócia do empreendimento
No final de maio, a Transpetro havia elaborado uma nota, na qual suspendia contratos com 16 dos 22, navios encomendados ao EAS, que apresentam um orçamento em torno de R$ 7 bilhões. Foi exigido um planejamento de ação e cronograma mais confiável do empreendimento, até porque a entrega do primeiro navio, o João Cândido, ocorreu com 20 meses de atraso. Uma das requisições era justamente a reposição de um parceiro tecnológico até o dia 30 de agosto.
Desde o começo de junho, as empreiteiras que controlam o EAS, Queiroz Galvão e Camargo Corrêa, estavam negociando a entrada de uma nova parceria, uma vez que a empresa sul-coreana Samsung Heavy Industries (SHI), com 6% de participação até então, tinha confirmado o fim de sua sociedade com o empreendimento.
Os motivos para a saída da Samsung são atribuídos a dificuldades de natureza operacional e técnica, além da falta de mão-de-obra qualificada e prejuízos financeiros.
O Pernambuco 247 entrou em contato com as assessorias de imprensa da Queiroz Galvão e do EAS, mas ambas ainda não emitiram uma resposta oficial sobre o assunto.
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