quinta-feira, 4 de outubro de 2012

A pedra de Renildo


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhb4LVi_CS_Wn-RJDCx6KRcHlaBEeQNVLicD5ybFXDSBIEUu8z-UOi0Y2ofsGo6dao1nodPiKxEbpEhST5BsAZEW1UoAWxgsfuVJWMfTxnROD3lQijjECFWxkv6fzk76ugOIA_Kf2CCU7Y/s640/1272641976.jpg      O cenário eleitoral apontado para Olinda, ontem, pelo Instituto Opinião, é de segundo turno disputado entre o prefeito Renildo Calheiros (PCdoB) e a candidata do PMDB, Izabel Urquiza, que se revela na grande surpresa das eleições deste no na Região Metropolitana.  
Segundo o levantamento, pela primeira vez Izabel ultrapassou o prefeito numericamente – 34% a 32%. Mas o quadro, na verdade, é de empate técnico, o que torna a eleição olindense uma das mais acirradas e emocionantes do Estado.
Renildo, a esta altura, deve estar de queixo caído com o crescimento repentino da adversária, que se deu em cima da sua rejeição. Ele não contava que aparecesse um candidato para atrapalhar a sua reeleição.
Com a ajuda do governador, conseguiu tirar o PT do páreo, no momento em que a deputada Teresa Leitão abriu mão de uma candidatura em faixa própria.
E mais na frente o deputado Ricardo Costa (PTC), que também aparecia bem nas pesquisas. Com isso, Renildo imaginou que ganharia por WO e, de repente, apareceu uma pedra no meio do seu caminho que atende pelo nome de Isabel

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