
Minutos antes do início da sessão em que o revisor Ricardo Lewandowski vai manifestar seu voto sobre o ex-ministro José Dirceu na Acão Penal 470, apagão que atinge 80% do Distrito Federal afeta o prédio do Supremo Tribunal Federal, que funciona a base de gerador
O esperado voto do revisor da Ação Penal 470, Ricardo Lewandowski, sobre a acusação de corrupção ativa contra o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu deve demorar um pouco mais do que o esperado para sair. E não porque Lewandowski vai estender mais do que o esperado. Neste momento, falta luz em cerca de 80% do Distrito Federal, segundo a assessoria de imprensa da Companhia Energética de Brasília (CEB). E a falta de luz afeta o prédio do Supremo Tribunal Federal (STF).
Os trabalhos no Supremo seguem normalmente, graças a um gerador próprio, mas o sistema de ar-condicionado já foi prejudicado. O STF confirmou que o início da sessão deve atrasar, mas o presidente da Corte, Carlos Ayres Britto, garantiu que a sessão de hoje estaria mantida, momentos antes de seu início.
A CEB atribuiu o apagão a um problema no sistema de Furnas, subsidiária da Eletrobras, mas não ainda não tem detalhes sobre a ocorrência. Apenas alguns bairros da capital, como Asa Sul e o Setor de Indústria e Abastecimento (SIA), e as cidades de Santa Maria e Gama estão com energia. O problema começou na subestação de Furnas, localizada em Brasília. Na noite de ontem (3), problemas em um transformador de Furnas, no Paraná, causou corte de energia em alguns estados do país.
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