Declaração do vice-presidente nacional do PSB,
Roberto Amaral, abre ainda mais a possibilidade de que a legenda venha a
alçar voo próprio visando a Presidência da República em 2014; Apesar da
disposição, o partido terá que consolidar o seu modelo de gestão e
conseguir vencer resistências fora das regiões Norte e Nordeste.
Com 439 prefeituras a partir de 1
janeiro, o PSB passa a administrar cerca de 11% do eleitorado do país ao
término deste pleito municipal. O partido do governador de Pernambuco,
Eduardo Campos, irá comandar cinco capitais, Fortaleza (CE), Belo
Horizonte (MG), Recife (PE), Porto Velho (RO) e Cuiabá (MT). Apesar de
ter apoiado o candidato petista Fernando Haddad em sua vitória em São
Paulo, a relação entre as duas legendas parece continuar abalada. Campos
optou por acompanhar o resultado das eleições de sua residência, no
Recife, a despeito da vitória petista na capital paulista ser
considerada uma vitória sem tamanho após oito anos de comando tucano.
Para Campos, a vitória aumenta a responsabilidade do PSB . “Não
queremos simplesmente ganhar as eleições. Queremos que as cidades que
elegeram nossos candidatos sejam as verdadeiras vencedoras”, disse. Com
71% dos prefeitos que disputaram um segundo mandato reeleitos, os
próximos do PSB ainda serão definidos. Apesar de afirmar que “2014
ficará somente para 2014” e que irá apoiar a presidente Dilma Rousseff
caso esta dispute a reeleição, o resultado nas urnas cacifa o pSB
atentar voos mais altos.
Sobre esta possibilidade, o vice-presidente nacional da legenda, Roberto Amaral, disse, em entrevista a Folha de Pernambuco, que “o partido ainda tem um longo caminho a percorrer. Precisamos consolidar nossa posição no País. Já contamos com uma boa presença no Nordeste, mas temos muita dificuldade no Sul”, observou.
Segundo Amaral, os próximos dois anos serão dedicados a consolidar o modelo de gestão socialista implantando por Eduardo Campos e que é considerado a grande referência do. partido em termos de administração pública. Sobre a relação com o PT, Amaral afirmou que ninguém pode criticar o PSB por disputar as eleições. “Somos um partido com um objetivo clássico: a conquista do poder”, disse.
Sobre esta possibilidade, o vice-presidente nacional da legenda, Roberto Amaral, disse, em entrevista a Folha de Pernambuco, que “o partido ainda tem um longo caminho a percorrer. Precisamos consolidar nossa posição no País. Já contamos com uma boa presença no Nordeste, mas temos muita dificuldade no Sul”, observou.
Segundo Amaral, os próximos dois anos serão dedicados a consolidar o modelo de gestão socialista implantando por Eduardo Campos e que é considerado a grande referência do. partido em termos de administração pública. Sobre a relação com o PT, Amaral afirmou que ninguém pode criticar o PSB por disputar as eleições. “Somos um partido com um objetivo clássico: a conquista do poder”, disse.