Segundo seu advogado, Marthius Lobato, o
ex-diretor do BB está na Europa resolvendo problemas particulares, mas
não informou em que local; será que ele, condenado por lavagem de
dinheiro, corrupção passiva e peculato, e sujeito a penas que podem
chegar a mais de dez anos de prisão, voltará?
Henrique Pizzolato, primeiro réu condenado
na Ação Penal 470, está na Europa. Mas em que país e em que cidade,
tudo isso é um mistério. A confirmação foi feita pelo advogado do réu,
Marthius Lobato, que afirma que ele saiu do país no fim de julho para
“resolver problemas familiares”.
Ouvido pelo jornalista Matheus Leitão, da Folha de S. Paulo, ele não
deu maiores detalhes. “Pizzolato não queria divulgar a informação porque
ele foi acompanhar problemas graves e não quer expor mais a sua família
por conta do processo”, disse ele ao repórter.O advogado, no entanto, garante que Pizzolato estará no País até o fim da semana. Ocorre que, quando viajou, o réu não sabia se seria condenado, nem qual seria a sua pena. Único ministro a dar a “dosimetria” da condenação, Cezar Peluso a fixou em 12 anos de prisão, em regime fechado.
Pizzolato foi acusado de repassar R$ 73,8 milhões do fundo Visanet para as agências de Marcos Valério, que alega ter prestado os serviços de publicidade. O ex-diretor do BB, por sua vez, afirma que a decisão não foi tomada por ele, mas por um colegiado. O que complica sua situação é o fato de ter recebido R$ 326 mil em dinheiro das agências DNA e SMPB
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