Depois de brigar com a Direção Nacional do PT e
com candidato do partido, Humberto Costa, por ter sido rifado da
oportunidade de concorrer à reeleição, o prefeito João da Costa, agora,
ainda terá que enfrentar um processo de expulsão por infidelidade
partidária, promovido mais especificamente pelo grupo do ex-prefeito e
candidato a vice, João Paulo, seu desafeto pessoal
Depois de encarar uma briga feia junto a
Direção Nacional do PT e com candidato do partido, Humberto Costa, por
ter sido rifado da oportunidade de concorrer à reeleição, o prefeito
João da Costa, agora, ainda terá que enfrentar um processo de expulsão
da legenda movida pelos correligionários, promovido mais especificamente
pelo ex-prefeito e candidato a vice, João Paulo, seu desafeto pessoal. A
sustentação do processo terá como base a infidelidade partidária. Para
tanto, um dossiê contendo todas as crises e dificuldades pelas quais a
PT vem passando no Recife e que podem ser atribuídas ao atual gestor
está sendo elaborado.
Com o processo de expulsão, o grupo contrário a João da Costa se
veria livre da pecha de ter transformado o prefeito em vítima de um
processo de fritura interna, além de promover uma “vendeta” pessoal e
também política. Desde que começou o processo eleitoral, João da Costa
não vem se empenhando na campanha do senador Humberto Costa, que por sua
vez acusa o prefeito de “estar a serviço do candidato Geraldo Júlio
(PSB)”.
Embora negue publicamente a situação, os fatos apontam que o staff que apoia João da Costa tem trabalhado de forma silenciosa para minar a candidatura de Humberto, em especial os delegados do Orçamento Participativo que estão ao seu lado. Além disto, se a tendência atual se confirmar e o PT vir a ser derrotado, o fortalecimento de João da Costa fica mais evidente. Caso a expulsão na se viabilize, os planos são de isolar tanto Humberto como João Paulo, hoje os maiores líderes do partido no Estado, e assumir o controle da legenda em Pernambuco.
A movimentação de ambos os lados tem pressa. Como o Processo de Eleições Diretas (PED) do partido acontece no próximo ano, os próximos desdobramentos é que vão definir qual grupo sairá vencedor da disputa. Independente do resultado uma coisa é certa: quem mais perdeu neste imbróglio todo foi o próprio PT.
Embora negue publicamente a situação, os fatos apontam que o staff que apoia João da Costa tem trabalhado de forma silenciosa para minar a candidatura de Humberto, em especial os delegados do Orçamento Participativo que estão ao seu lado. Além disto, se a tendência atual se confirmar e o PT vir a ser derrotado, o fortalecimento de João da Costa fica mais evidente. Caso a expulsão na se viabilize, os planos são de isolar tanto Humberto como João Paulo, hoje os maiores líderes do partido no Estado, e assumir o controle da legenda em Pernambuco.
A movimentação de ambos os lados tem pressa. Como o Processo de Eleições Diretas (PED) do partido acontece no próximo ano, os próximos desdobramentos é que vão definir qual grupo sairá vencedor da disputa. Independente do resultado uma coisa é certa: quem mais perdeu neste imbróglio todo foi o próprio PT.