“Se o peso político de Pernambuco ajudou,
quem pode falar sobre isto é a Fifa”, disse ontem Eduardo Campos sobre
as versões difundidas por jornais do Sul de que o Estado só entrou na
lista dos seis que irão sediar jogos da Copa das Confederações devido ao
prestígio político dele, que além de governador é também pré-candidato à
presidência da República.
O presidente da CBF, José Maria Marin, que já foi deputado federal e
vice-governador de São Paulo, negou ter havido “influência política” na
decisão tomada pela Fifa. Ele disse estar de posse de um documento,
assinado por Eduardo Campos, prometendo concluir a arena da Copa até
abril de 2013, e que não tem nenhum motivo para duvidar da palavra do
governador.
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