
Para o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), o PSB será o fiel da balança quanto a possibilidade das eleições para presidente em 2014 serem decididas em um eventual segundo turno; segundo o colunista da revista Época Felipe Patury, Cid teria observado que “sem Eduardo Campos, a chance de ter segundo turno é de 10%. Com ele, sobe para 70%”; Cid Gomes é uma das poucas vozes dentro da legenda a se manifestar contra uma candidatura própria, preferindo que o partido permaneça na base aliada e apoie a presidente Dilma
247 - Para o governador do Ceará, Cid Gomes (PSB), o PSB será o fiel da balança quanto a possibilidade das eleições para presidente em 2014 serem decididas em um eventual segundo turno. Segundo o colunista da revista Época, Felipe Patury, Cid teria observado que “sem Eduardo Campos, a chance de ter segundo turno é de 10%. Com ele, sobe para 70%”. Segundo o colunista, Cid diz reconhecer a legitimidade das intenções do correligionário, mas avalia que o melhor momento para concretizar este movimento seja no pleito de 2018.
Até lá, o governador cearense – que é uma das poucas vozes dentro da legenda socialista a se manifestar abertamente contra uma candidatura própria por parte do PSB – defende que o partido permaneça na base governista e apoie a reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). Em sua avaliação, este alinhamento possibilitaria o aumento da bancada socialista no Congresso Nacional, garantindo um maior peso político e eleitoral para uma corrida rumo ao Planalto em 2018.
Confira a nota:
O governador de Pernambuco, Eduardo Campos, deve forçar um segundo turno na eleição presidencial no ano que vem, se mantiver sua candidatura pelo PSB. A avaliação é de seu correligionário Cid Gomes, governador do Ceará. “Sem Eduardo Campos, a chance de ter segundo turno é de 10%. Com ele, sobe para 70%”, diz. O líder cearense reconhece a legitimidade da intenção de Campos, diz que o partido deve ter como objetivo conquistar o Planalto, mas defende que a candidatura do governador de Pernambuco seja postergada para 2018. Com esse adiamento, os socialistas poderiam aumentar suas bancadas na Câmara e no Senado e se preparar melhor para uma campanha presidencial.
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