Três professores da Universidade Federal do Amazonas esperam há meses a conclusão dos inquérito administrativos para apurar supostas denúncias de assédio moral, nos quais uma delas chegou a ser agredida por reclamar das condições de trabalho: mestre em Geologia, concursada, Maria do Rosário Carmo foi obrigada a dar aula de enfermagem e fisioterapia; doutora em Genética Molecular Humana, Izabel Heckmann não pôde entrar no laboratório para trabalhar.
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