O plano do Conselho é apertar a fiscalização em hospitais e prontos-socorros brasileiros, conforme noticiou nesta quinta-feira 8 a jornalista Mônica Bergamo em sua coluna. Nas próximas semanas, a entidade divulga uma cartilha com orientações para os fiscais da CFM utilizarem em suas "blitze".
O material trará regras sobre requisitos para um ambiente adequado de trabalho, com base em infraestrutura, materiais e quantidade mínima de profissionais em atendimento, por exemplo. O objetivo é embasar o fiscal para que ele identifique os itens básicos que possam garantir a segurança dos pacientes e dos profissionais.
Caso se deparem com irregularidades, a primeira ação é chamar o responsável pelo estabelecimento. O Ministério Público também será acionado e, se as providências não forem tomadas, o Conselho poderá até determinar "interdição ética", impedindo médicos de atuar no local por falta de condições de trabalho.
A entidade que representa a classe médica parece andar para trás no que diz respeito à contribuição ao sistema público de saúde. Enxerga, como solução para os problemas da área, deixar a população com menos profissionais à disposição.
Não foi com o mesmo rigor que o Conselho agiu contra a chamada "máfia das próteses", denunciada no domingo pelo programa Fantástico, da Globo (
leia aqui nota divulgada pelo CFM, em que publica "sugestões para coibir irregularidades na venda de órteses e próteses").
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