
Não fosse a morte de Eduardo Campos, a posse de Paulo Câmara teria se transformado, ontem, numa grande festa popular em frente ao Palácio das Princesas. Mas em respeito à família enlutada o próprio governador mandou excluir da programação qualquer ato de natureza festiva. A mãe, Ana Arraes, ministra do TCU, dá a entender pelo semblante que o golpe a marcou para o resto da vida.
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