
O presidente nacional do PSB, Carlos Siqueira, deverá defender junto a bancada do partido no Senado Federal que a sigla socialista assine o requerimento para a criação de uma nova CPI para apurar as denúncias de desvios e corrupção na Petrobras. “Minha opinião pessoal é que o PSB deve assinar o requerimento para a criar uma nova CPI. A primeira CPI não deu resultados e, consequentemente, não teve credibilidade alguma”, disse Siqueira. A decisão do partido será conhecida nesta terça-feira (23), após uma reunião da bancada em Brasília. Os socialistas também devem discuti a criação de uma CPI sobre o Banco nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).
Segundo Siqueira, o PSB não pretende fazer um cavalo de batalha em torno da criação da CPI, “até porque já tem uma em criação pela Câmara”. Mas a Petrobras é a maior empresa do País. Não podemos deixar de esclarecer todos os fatos em torno das denúncias contra a Petrobras. É importante para a democracia que exista esta fiscalização”, defende. A assinatura dos parlamentares do PSB não teria tanto peso na criação de uma CPI mista, já que a oposição conseguiu aprovar o requerimento na Câmara Federal, mas teria um peso político significativo para o partido que deverá exercer uma pressão considerável para exercer um papel de destaque nos trabalhos da comissão. Além disso, com a iniciativa o partido poderia demonstrar na prática a posição de independência que assumi no Congresso nacional após as últimas eleições.
Apesar da posição de Siqueira, parlamentares como senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) devem se manifestar de forma contrária. FBC é uma das principais vozes do partido a defender a reabertura do diálogo com a presidente Dilma e com o PT. Os dois partidos romperam uma aliança história nas últimas eleições, quando o PSB lançou o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos- falecido em um acidente aéreo ema agosto do ano passado, em plena campanha – como candidato à Presidência da República.
Apesar de defender que o partido apoie a criação da CPI, Siqueira descarta a possibilidade de se juntar ao coro dos que querem o impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Ela foi eleita. Não está na nossa pauta esta coisa de impeachment. Ela ganhou as eleições e o resultado deve ser aceito, com ela exercendo o seu mandato”, disse.
O PSB descarta, entretanto, uma reaproximação política com o PT. “O partido já anunciou sua posição de independência e isso não mudou. “A reaproximação deve se dar em torno do debate de ideias e propostas. O Brasil está entrando numa recessão, as empresas estão demitindo, a inflação esta crescendo. A educação também está em crise. Somente aí houve um corte de R$ 7 bilhões. A realidade está bem aquém do discurso de campanha. É isso que temos que discutir, o futuro do país”, ressaltou Siqueira.
Do Portal 247
Apesar da posição de Siqueira, parlamentares como senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE) devem se manifestar de forma contrária. FBC é uma das principais vozes do partido a defender a reabertura do diálogo com a presidente Dilma e com o PT. Os dois partidos romperam uma aliança história nas últimas eleições, quando o PSB lançou o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos- falecido em um acidente aéreo ema agosto do ano passado, em plena campanha – como candidato à Presidência da República.
Apesar de defender que o partido apoie a criação da CPI, Siqueira descarta a possibilidade de se juntar ao coro dos que querem o impeachment da presidente Dilma Rousseff. “Ela foi eleita. Não está na nossa pauta esta coisa de impeachment. Ela ganhou as eleições e o resultado deve ser aceito, com ela exercendo o seu mandato”, disse.
O PSB descarta, entretanto, uma reaproximação política com o PT. “O partido já anunciou sua posição de independência e isso não mudou. “A reaproximação deve se dar em torno do debate de ideias e propostas. O Brasil está entrando numa recessão, as empresas estão demitindo, a inflação esta crescendo. A educação também está em crise. Somente aí houve um corte de R$ 7 bilhões. A realidade está bem aquém do discurso de campanha. É isso que temos que discutir, o futuro do país”, ressaltou Siqueira.
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