
Em sinal de que não quer atrito com o parlamento, Paulo Câmara falou em “desarmamento dos espíritos e busca de convergências”, na mensagem que levou à Alepe. Prometeu “aprofundar com o poder legislativo o diálogo”. E admitiu: “Um governador não governa sozinho”.
Foi de quase cinco minutos, apenas, o discurso de Paulo Câmara. Breve, ele optou por entregar relatório das ações realizadas, no lugar de citá-las uma a uma.
A rapidez de Paulo gerou, naturalmente, comparações com os discursos de Eduardo Campos, que costumava se estender. Mas a objetividade foi elogiada.
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