De acordo com o Apeoesp, a paralisação dos educadores continuará, pelo menos, até sexta-feira (10/4)
Em assembleia na tarde desta quinta-feira (2/4), os professores do estado de São Paulo decidiram manter a paralisação que começou no último 16 de março. Educadores interditam a Avenida Paulista na altura da Alameda Casa Branca, no sentido Consolação.
De acordo com o Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), a paralisação continuará, pelo menos, até sexta-feira (10/4), data da próxima assembleia. Cerca de 75% dos professores estão afastados.
O próximo encontro para discutir a greve está marcado para ser realizado, segundo a Apeoesp, em frente ao Palácio dos Bandeirantes, sede do governo local. Além disso, a categoria planeja bloquear as principais estradas do estado na próxima quinta (9/3).
Histórico
A greve dos professores estaduais, que reivindicam reajuste salarial de 75,33%, começou no último 16 de março. Segundo o sindicato, a alteração visa a igualdade salarial entre os profissionais da categoria com formação de nível superior.
A greve dos professores estaduais, que reivindicam reajuste salarial de 75,33%, começou no último 16 de março. Segundo o sindicato, a alteração visa a igualdade salarial entre os profissionais da categoria com formação de nível superior.
Na última segunda-feira (30/3), o governo tentou acordo com o sindicato e apresentou proposta para as condições de trabalho dos docentes temporários de São Paulo. Em lei, o período que os professores temporários devem ficar sem dar aula após um ano de trabalho é de 200 dias, ou seja, quase um ano fora da rede. Com a proposta, passaria para 40.

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