Para o conjunto da sociedade olindense, em se falando de cidadãos e organizações públicas, políticas e privadas, com capacidade de discernir, de intervir politicamente e socialmente os destinos do município, o prefeito Renildo Calheiros, em sua recente entrevista destrambelhada a Folha de Pernambuco, batendo no peito, escorregou no quiabo, e na conhecida maionese, ao abriu a boca mostrando seu lado autoritário, obscurantista e primitivo ao dizer que Olinda não é para amadores, se auto definindo como um “profissional da política” com aquela capacidade boquirrota de ser grandiloquente sobre o nada, um misto de mentira, má-fé e vigarice política. É ridículo ao querer fazer um esforço gigantesco para justificar o injustificável, pois a sua gestão à frente do município é avaliada pelos eleitores olindenses como a pior dos últimos tempos. Ninguém merece um prefeito metido a bonachão e cheio de empáfia, embebido de cinismo, que se mantém no cargo até hoje, por conta da blindagem vinda de Brasília, com o irmão, por enquanto, ainda senador-presidente do Senado Federal, que passou a ser réu em processo acusado pelo Ministério Público Federal e da vergonhosa maioria de vereadores cooptados na Câmara Municipal, verdadeiras lagartixas a balançar as cabeças (???) ao seu patrão em troca de favores, cargos e emendas parlamentares que dão margem à barganhas políticas. Voltando as elucubrações do prefeito sobre a política municipal, quando diz “Olinda não é para quem quer, e sim, para quem tem condições. É uma cidade que requer muito juízo e, sobretudo a capacidade de unir. Porque é uma cidade com arrecadação de cidade pequena, mas com problemas de cidade grande”, chega a causar náuseas a população. Renildo Calheiros necessita humilhar e detratar seus adversários que divergem de sua desastrosa gestão. Ele abusa da paciência dos olindenses. Não fala das obras paralisadas como o Estádio de Futebol em Rio Doce há mais de 10 anos em construção ao custo de R$ 10 milhões, uma obra para se chamar de elefante branco, pois Olinda não tem tradição e nem times para disputar uma primeira ou mesmo segunda divisão do Campeonato pernambucano; a UPA de Rio Doce com mais de três anos de atraso, desde o Decreto 38.151/2012 com Ordem de Serviço, assinado pelo governador Eduardo Campos, em 04/05/2012 com verba de R$ 1.818.517,00; da requalificação da Vila Olímpica com mais de um ano após o prazo encerrado para sua entrega em junho de 2014; Academias de Saúde em diversos bairros de Olinda sem início ou obras inacabadas, sem lembrar o Restaurante Popular em Peixinhos. Agora responde por irregularidades no Contrato 131/2014 referente a limpeza urbana no município, com os seus subordinados multados individualmente em R$ 5 mil e esse dinheiro com certeza não sairá dos bolsos deles e sim do contribuinte. Sua vaidade de promoções gigantescas sempre o precede. Ele é bem mais perturbado do que seu pensamento. O seu discurso é simplesmente nauseabundo, não tem início, meio e fim.
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