A maior prova de que há um vácuo de liderança,(ai leia-se, no governo de Pernambuco), após a morte de Eduardo Campos, é a campanha deflagrada pelo prefeito Elias Gomes (Jaboatão) para forçar o governo federal a rever a decisão de não autorizar estados e municípios a fazerem operações de crédito com bancos estrangeiros. Campanha desse porte geralmente é chefiada pelo governador. Mas Paulo Câmara, vítima da mesma proibição, está à margem.
No cenário nacional (e internacional) destaca-se a atuação do pernambucano Armando Monteiro Neto (PTB)que vem exercendo seu papel brilhantemente junto ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.
O erro de estratégia, no entendimento deste blogueiro que nada sabe além de seus limites, é que tudo seria mais fácil se Armando Monteiro fosse mais procurado pela administração estadual. Evidentemente que é só uma opinião deste que vos fala.
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