"A sessão da Câmara de 17 de abril de 2016, o dia da infâmia, pode ter matado o governo Temer antes mesmo do seu início", diz Leonardo Attuch, editor do 247; "Como um golpe não confere legitimidade a um presidente, Michel Temer vem tendo dificuldades para montar a equipe de seu eventual futuro governo. Para a Fazenda, ele já recebeu duas negativas: uma de Armínio Fraga, que, quando presidente do Banco Central, deixou um legado de baixo crescimento e inflação alta, e uma do competente Marcos Lisboa. Este mandou até um recado: só um presidente eleito pelo voto teria legitimidade para levar adiante um programa de reformas"

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