quarta-feira, 6 de abril de 2016

PAPO SÉRIO: O QUE É A FRENTE POPULAR DE SÃO LOURENÇO DA MATA?


Magno Dantas

Um sensação estranha toma conta de todos os homens e mulheres de boa fé de São Lourenço da Mata. A ex ou atual capital nacional do Pau Brasil arrastou-se feito um anelídeo por longos 7 anos anos nas mãos do ex-prefeito Labanca (o vellho Cacique). Estagnada, usada como cabide pelo prefeito, governador e vereadores, foi repassada como um bastão em corridas olímpicas... de um corredor ao outro.

Hoje, nas mãos de Gino Labanca, o que se vê é uma corrida desenfreada para compensar de forma urgente o abandono instalado por anos a fio. Disto resulta obras de governo como limpeza urbana (que é obrigação constitucional), manutenção de praças (que é obrigação constitucional), pintura de imóveis públicos (que é obrigação constitucional), remédios (que é obrigação mas não é comprado), segurança (que é obrigação mas não é realizada), educação (que é obrigação mas é deficitária).

Em poses glamorosas, ao lado de secretários municipal o prefeito Gino Albanez tenta passar a imagem de bom moço, responsável, seguro de suas ações e sobretudo de que está cercado de competências. Ledo engano... nem sei se dele ou de todos os que o cercam.

Estando na cadeira maior do município, o atual "donatário Municipal" esforça-se para preparar a cidade para um triunfante 2 de outubro (ou não). Arruma a casa como quem serve um banquete aos mais necessitados. Serve-lhe entradas nunca vistas, vinhos de marca mundialmente famosas e prato principal de fazer inveja a Reis e Rainhas do século XVIII (18). Convida-os a refastelar-se de "obras" e "limpezas" como se ali estivessem sendo servidos verdadeiros banquetes reais mas não ressalta aos menos avisados que tudo isso tem um custo: A conta. No entanto isso daí pouco importa ao Rei... afinal e como sempre, quem paga a conta... são os súditos... E viva o reino de Neverlando (Terra do Nunca).

2 comentários:

  1. O Brasil é viável?
    Esse ano só de juros da dívida publica o governo federal vai pagar R$ 500 bilhões de reais.
    A estimativa de sonegação é de R$ 400 bilhões de reais
    A estimativa de contrabando é de R$ 100 bilhões.
    A corrupção no Brasil é de R$ 200 bilhões.
    Enquanto 43% do orçamento nacional é destinado para pagar o juros e amortização da divida publica. Diga-se divida de que. Divida sem ativos.
    Menos de 10% do orçamento federal é distribuído pelo fundo de participação para os estados e municípios.
    A arrecadação dos impostos é feita de forma regressiva, os pobres pagam proporcionalmente mais.
    Saúde menos 5% do orçamento nacional;
    Educação menos de 5% do orçamento nacional
    Veja mais no sitio eletrônico: http://www.auditoriacidada.org.br/
    A organização auditoriacidada da divida, questiona a legalidade da divida publica brasileira, como a divida foi construída, e que a divida publica brasileira não contribui para o desenvolvimento sócio econômico do Brasil, sendo um instrumento de drenagem de recursos públicos.
    Existe uma falácia de que o Estado é ineficiente? Sim, Sendo verdade pois o estado que destina metade dos impostos para pagar juros e amortização da divida publica que é um estado ineficiente.
    Fora a Grecia, não existe país mais bonzinho para os capitais especuladores, os capitais vadios, aqueles que só sabem fazer dinheiro. Quero dizer que o que interessa é riqueza, riqueza só existe com a combinação do capital(dinheiro+tecnologia) com Mão de obra+conhecimento em tecnológico e Risco.
    Aqui descobrimos que podemos fazer dinheiro sem correr risco nem precisar trabalhar.
    Antonio Eugenio

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  2. Na Verdade o Brasil não vai pagar os 500 Bilhões, pois não tem, na verdade desde 1991 o Brasil não consegue pagar integralmente nem os juros da divida publica.
    O Superávit primário, por exemplo se o superávit primário e de 50 Bilhões, então o governo pede emprestado 450 bilhões. E assim vai rolando...rolando... até não ter onde mais pegar dinheiro emprestado, ou o governo começar a planejar o orçamento de maneira responsável.
    Antonio Eugenio

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