O presidente nacional do PPS, o deputado federal Roberto Freire, declarou que só um fato poderia mudar a posição do partido no estado de São Paulo: o palanque de Paulo Skaf (PMDB) incorporar o discurso anti-petista e não apoiar à reeleição da presidente Dilma Rousseff (PT). “Se o Skaf não apoiasse Dilma e decidisse apoiar Eduardo Campos não teria qualquer impedimento. Como isso não será possível, não existe esta possibilidade”, declarou na manhã desta segunda-feira (19), por telefone, ao Diario. O PPS garantiu que estará presente no palanque de reeleição do governador Geraldo Alckmin (PSDB).
“O PPS já disse que o melhor caminho é com Geraldo Alckmin”, completou Roberto, afirmando que já teve uma conversa sobre um eventual apoio do seu partido ao projeto político Paulo Skaf. Segundo ele, a diálogo foi o “mesmo” que reproduziu à reportagem. O pós-socialista disse que não iria apoiar um candidato que não lhe apoiasse. Ele citou a questão do palanque presidencial no maior colégio eleitoraldo país. Presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf dará sustentação ao palanque da presidencial do PT no estado. O PPS faz oposição ao governo federal e apoia a candidatura de Eduardo Campos (PSB) à Presidência da República.
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