domingo, 8 de novembro de 2015

A PRAÇA CASTRO ALVES É DO POVO... MAS E A DA RUA DUQUE DE CAXIAS EM TIÚMA TAMBÉM É?



A praça construída em Tiúma, numa rua que leva o nome de um militar que ficou conhecido pelo apelido de "O pacificador" (Duque de Caxias) pode começar a gerar em 380 volts. E o problema nem é a praça, mas o muro da segregação construído para separa "ricos e pobres".



Ao custo total de R$ 41.595,72, ao que parece, a maior despesa teria ficado por conta do muro que segue por toda a extensão do logradouro e que deixa por trás uma via pública que agora passaria a ser "particular".



Segundo informações de moradores locais o muro que já começa a deixar a vizinhança indignada, foi construído durante as obras da "praça apêndice",  e separa (em seus quase 2,5 metros de altura) a atual casa do prefeito Angelo Labanca Filho do povo.

O poeta disse certa vez com propriedade: 





Castro Alves (o poeta em questão) não imaginava, que a praça, a preço e gosto duvidoso, no século 21, na ex-quase-cidade da copa em Pernambuco, talvez continua-se a ser do povo... mas as ruas que a cercam não. 

Com informações de Zeca da Telpe.

3 comentários:

  1. 41 mil de lajota e bancos de cimento? Tem coisa errada nisso...

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  2. Uma vergonha!!! Esse prefeito Gino Albanez vai ficar na história como o mais corrupto e mais despreparado de S. Lourenço. Ninguem pode dizer ao contrário.

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  3. Esse muro foi para separar mesmo o rico do prefeito dos pobres, e a praça é para a própria população ser segurança dele kkkk será que o povo vai fazer fila na porta do condomínio também? Como fazia com o prefeito fantasma Ettore Labanca que nunca ia na prefeitura?

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