
A praça construída em Tiúma, numa rua que leva o nome de um militar que ficou conhecido pelo apelido de "O pacificador" (Duque de Caxias) pode começar a gerar em 380 volts. E o problema nem é a praça, mas o muro da segregação construído para separa "ricos e pobres".

Ao custo total de R$ 41.595,72, ao que parece, a maior despesa teria ficado por conta do muro que segue por toda a extensão do logradouro e que deixa por trás uma via pública que agora passaria a ser "particular".

Segundo informações de moradores locais o muro que já começa a deixar a vizinhança indignada, foi construído durante as obras da "praça apêndice", e separa (em seus quase 2,5 metros de altura) a atual casa do prefeito Angelo Labanca Filho do povo.
O poeta disse certa vez com propriedade:
Castro Alves (o poeta em questão) não imaginava, que a praça, a preço e gosto duvidoso, no século 21, na ex-quase-cidade da copa em Pernambuco, talvez continua-se a ser do povo... mas as ruas que a cercam não.
Com informações de Zeca da Telpe.
Com informações de Zeca da Telpe.
41 mil de lajota e bancos de cimento? Tem coisa errada nisso...
ResponderExcluirUma vergonha!!! Esse prefeito Gino Albanez vai ficar na história como o mais corrupto e mais despreparado de S. Lourenço. Ninguem pode dizer ao contrário.
ResponderExcluirEsse muro foi para separar mesmo o rico do prefeito dos pobres, e a praça é para a própria população ser segurança dele kkkk será que o povo vai fazer fila na porta do condomínio também? Como fazia com o prefeito fantasma Ettore Labanca que nunca ia na prefeitura?
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