
O novo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Armando Monteiro Neto (PTB), foi marcado pelo anúncio de um plano nacional de estímulo às exportações que será formulado em parceria com a iniciativa privada e que deverá ser implantado nos próximos meses; ele também lembrou aos demais membros da equipe econômica que as reformas macroeconômicas anunciadas pelo Governo Federal não podem "paralisar a agenda de avanço da competitividade", segundo o ministro, "somente o crescimento da competitividade permitirá a sustentabilidade do crescimento dos salários e dos empregos"
Pernambuco 247 - O discurso de posse do ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (Mdic), Armando Monteiro Neto (PTB), foi marcado pelo anúncio de um plano nacional de estímulo às exportações que será formulado em parceria com a iniciativa privada. O novo plano nacional de exportação, que prevê a desburocratização na concessão de financiamento às exportações, deverá ser implantado nos próximos meses. Segundo Monteiro, o Brasil precisa ter uma maior inserção no mercado internacional. Ele também disse que as reformas macroeconômicas anunciadas pelo Governo Federal não podem "paralisar a agenda de avanço da competitividade".
O novo ministro justificou a necessidade de uma maior inserção do Brasil no comércio internacional ao afirmar que o país ocupa a 22ª posição entre os maiores exportadores, embora seja a sétima economia mundial. Ainda segundo ele, o país representa apenas 1,2% das exportações mundiais e responde por apenas 0,7% do volume total de exportações de itens manufaturados.
"Não há política industrial sem uma política ativa de comércio exterior. São faces da mesma moeda", disse. Para ele, existe um "sentido de urgência" na implementação das medias que envolvem, ainda, a realização de uma reforma microfiscal; a renovação do parque industrial nacional; estímulo à inovação e o aperfeiçoamento da governança.
Em relação ao anúncio feito pelo Governo Federal quanto à necessidade de um maior rigor em relação aos gastos da União, Armando lembrou aos demais membros da equipe econômica que "somente o crescimento da competitividade permitirá a sustentabilidade do crescimento dos salários e dos empregos".
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