
Há petistas que concordam, mas há os que apontam contradição, não aceitam a hipótese de a presidente afastada, Dilma Rousseff, fazer um esforço para retornar ao Planalto e, na sequência, se disponibilizar a reduzir, voluntariamente, seu mandato. Alguns têm dito o seguinte: a única pessoa que tem legitimidade para convocar um plebiscito é aquela que foi eleita. Em outras palavras, só a presidente poderia decidir sobre isso. Ontem, a própria Dilma defendeu a ideia: “Toda proposta que implicar em eleição direta será muito bem vinda, mesmo que seja para reduzir o mandato”. E emendou: “A gente tem que estar aberta a qualquer discussão que seja para reformar o sistema político brasileiro”. A análise deu-se em entrevista exclusiva, concedida ontem, à Rádio Folha FM 96,7. A tese do plebiscito é defendida pelos aliados comunistas. E Dilma acrescenta: “Não é só o PCdoB e a minha querida (deputada) Luciana (Santos) que propõem essa questão do plebiscito”. A petista chama atenção para um detalhe ainda: “Vários senadores, inclusive, propõem também”. É, no Senado, onde aliados da presidente ainda trabalham para conquistar votos e reverter o processo de impeachment. Abraçar a tese de alguns membros da Casa Alta que podem mudar o voto seria um caminho para viabilizar o retorno à presidência. O assunto está na mesa de negociação e a petista assegura: “Eu não sou uma pessoa que fico, ali, agarrada no meu mandato”.
“Você vai ter, talvez, esse plebiscito no final de 2017 ou no início de 2018, se ele ocorrer”
hahahahahahahahahahahahahahahahahahahaha palhaça ela e palhaço quem defende ela
ResponderExcluir